Letra de Vila do Sossego — Zeca Baleiro

Letra completa para acompanhar e cantar.

Vila do Sossego

Oh, eu não sei se eram os antigos que diziam
Em seus papiros papillon já me dizia
Que nas torturas toda carne se trai
E normalmente, comumente, fatalmente, felizmente
Displicentemente o nervo se contrai
Oh, com precisão

Nos aviões que vomitavam pára-quedas
Nas casamatas, casas vivas, caso morras
E nos delírios meus grilos temer
O casamento, o rompimento
O sacramento, o documento
Como um passatempo quero mais te ver
Oh, com aflição

Meu treponema não é pálido nem viscoso
Os meus gametas se agrupam no meu som
E as querubinas meninas rever
Um compromisso submisso, rebuliço no cortiço
Chame o padre Ciço para me benzer
Oh, com devoção

----------------- Acordes -----------------
A = X 0 2 2 2 0
B = X 2 4 4 4 2
Bm = X 2 4 4 3 2
C#m = X 4 6 6 5 4
D = X X 0 2 3 2
E = 0 2 2 1 0 0
F# = 2 4 4 3 2 2
G = 3 2 0 0 0 3

Cifra e acordes

Ver a cifra de Vila do Sossego com acordes, transposição, capo, metrônomo e karaokê sincronizado.