Letra de Roda Morta — Zeca Baleiro
Letra completa para acompanhar e cantar.
Roda Morta
O triste nisso tudo é tudo isso
Quer dizer, tirando nada, só me resta o compromisso
Com os dentes cariados da alegria
Com o desgosto e a agonia da manada dos normais.
O triste em tudo isso é isso tudo
A sordidez do conteúdo desses dias maquinais
E as máquinas cavando um poço fundo entre os braçais,
eu mesmo e o mundo dos salões coloniais.
Colônias de abutres colunáveis
Gaviões bem sociáveis vomitando entre os cristais
E as cristas desses galos de brinquedo
Cuja covardia e medo dão ao sol um tom lilás.
Eu vejo um mofo verde no meu fraque
E as moscas mortas no conhaque que eu herdei dos ancestrais
E as hordas de demônios quando eu durmo
Infestando o horror noturno dos meu sonhos infernais.
Eu sei que quando acordo eu visto a cara falsa e infame
como a tara do mais vil dentre os mortais
E morro quando adentro o gabinete
Onde o sócio o e o alcaguete não me deixam nunca em paz
O triste em tudo isso é que eu sei disso
Eº A7
Eu vivo disso e além disso
Eu quero sempre mais e mais.
O triste em tudo isso é que eu sei disso
Eº A7
Eu vivo disso e além disso
Eu quero sempre mais e mais.
----------------- Acordes -----------------
A7 = X 0 2 0 2 0
B9 = X 2 4 4 2 2
Bb = X 1 3 3 3 1
Bb9 = X 1 3 3 1 1
C9 = X 3 5 5 3 3
D7 = X X 0 2 1 2
Dm = X X 0 2 3 1
E = 0 2 2 1 0 0
Eº = X X 2 3 2 3
F = 1 3 3 2 1 1
Gm = 3 5 5 3 3 3
Quer dizer, tirando nada, só me resta o compromisso
Com os dentes cariados da alegria
Com o desgosto e a agonia da manada dos normais.
O triste em tudo isso é isso tudo
A sordidez do conteúdo desses dias maquinais
E as máquinas cavando um poço fundo entre os braçais,
eu mesmo e o mundo dos salões coloniais.
Colônias de abutres colunáveis
Gaviões bem sociáveis vomitando entre os cristais
E as cristas desses galos de brinquedo
Cuja covardia e medo dão ao sol um tom lilás.
Eu vejo um mofo verde no meu fraque
E as moscas mortas no conhaque que eu herdei dos ancestrais
E as hordas de demônios quando eu durmo
Infestando o horror noturno dos meu sonhos infernais.
Eu sei que quando acordo eu visto a cara falsa e infame
como a tara do mais vil dentre os mortais
E morro quando adentro o gabinete
Onde o sócio o e o alcaguete não me deixam nunca em paz
O triste em tudo isso é que eu sei disso
Eº A7
Eu vivo disso e além disso
Eu quero sempre mais e mais.
O triste em tudo isso é que eu sei disso
Eº A7
Eu vivo disso e além disso
Eu quero sempre mais e mais.
----------------- Acordes -----------------
A7 = X 0 2 0 2 0
B9 = X 2 4 4 2 2
Bb = X 1 3 3 3 1
Bb9 = X 1 3 3 1 1
C9 = X 3 5 5 3 3
D7 = X X 0 2 1 2
Dm = X X 0 2 3 1
E = 0 2 2 1 0 0
Eº = X X 2 3 2 3
F = 1 3 3 2 1 1
Gm = 3 5 5 3 3 3
Cifra e acordes
Ver a cifra de Roda Morta com acordes, transposição, capo, metrônomo e karaokê sincronizado.